Brasil terá Pacto pelas Águas

Na próxima terça-feira (05/06), Dia Mundial do Meio Ambiente,  será instituído  o Pacto pelas Águas,  reunindo governo federal, estados e municípios na área de recursos hídricos em todo o País. Foi o que adiantou,  nesta quarta-feira (30/05),  a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante reunião ordinária do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama). Estão previstos investimentos de R$ 20 milhões ao ano no financiamento da gestão nas principais bacias brasileiras, com monitoramento e apoio dos órgãos federais.

Na plenária, que marcou, em Brasília, a abertura da Semana Nacional do Meio Ambiente, a ministra assinou convênios com a Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Está prevista a criação de um sistema de informações sobre recursos hídricos, com base no mapeamento por satélite dos rios e bacias brasileiras.

Pelo acordo, a AEB lança, a partir de novembro, uma família de satélites CBRS, construidos pelo Brasil em parceria com a China  e utilizados para o monitoramento territorial. Com esse equipamento,  será possível fazer o mapeamento completo dos rios brasileiros. “Estamos entrando em uma nova conjuntura hídrica no País”, avalia Izabella Teixeira.

Nova cartografia – De acordo com o presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu, trata-se do primeiro passo para a elaboração da nova cartografia dos recursos hídricos do Brasil. “É um salto de qualidade na produção de informação e conhecimento sobre as águas”, destacou.  Ele anunciou, também,  publicação de portaria criando o Comitê de Contas Ambientais da Água, encarregado de avaliar o consumo da água nas atividades econômicas. O levantamento vai alimentar banco de dados das Nações Unidas sobre a disponibilidade dos recursos hídricos no mundo.

O presidente da AEB, José Raimundo Braga, informou que está previsto para novembro desse ano o lançame nto do primeiro satélite da família CBRS, que substituirá o atual, que já está fora de operação. Ele elogiou a política brasileira para os recursos hídricos e afirmou que será um instrumento essencial para a criação de um sistema de informações sobre os recursos hídricos no Brasil. “O modelo integrado de gestão das águas é exemplo em todo o mundo”, assegurou.

A ministra Izabella Teixeira anunciou, ainda,  um conjunto de medidas de fortalecimento da área ambiental, resultado de entendimento com o Ministério do Planejamento e Gestão, com impactos no MMA, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio). Segundo informou, haverá reforço nos quadros de analistas ambientais do Ibama e incentivos à capacitação dos servidores da área ambiental.

Fonte: noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/ (MMA) 31/05/2012

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Asteroide é descoberto um dia antes de passar ‘raspando’ na Terra

Uma pedra de 10 m de diâmetro foi descoberta por um astrônomo nos Estados Unidos um dia antes de passar a 14 mil km do nosso planeta – para se ter ideia, a distância média da Terra à Lua é de 384 mil km. Segundo o observatório italiano de Remanzacco, que cita dados do Laboratório de Propulsão à Jato (JPL) da Nasa, é a sexta passagem mais próxima já registrada sem atingir nosso planeta.

Os astrônomos italianos afirmam que a passagem, que ocorreu na tarde desta terça-feira, não ofereceu nenhum risco. A descoberta foi feita por Alex Gibbs, do observatório Catalina, no Estado americano do Arizona.

Segundo o astrônomo Tony Philips, do site spaceweather.com, o asteroide – nomeado de 2012 KT42 – não causaria grande destruição. Ele seria, afirma o pesquisador, certamente destruído na entrada na atmosfera e chegariam ao solo apenas pequenos meteoritos. O JPL não estimou o risco do asteroide na Escala de Turim já que o objeto foi considerado muito pequeno para apresentar perigo.

Fonte: noticias.ambientebrasil.com.br (Portal Terra) 30/05/2012

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Unesco pede medidas para salvar Machu Picchu

Uma missão da Agência das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) mostrou-se preocupada após uma avaliação da preservação do sítio arqueológico de Machu Picchu, no Peru, e recomendou medidas de emergência contra a expansão desordenada do povoado de Aguas Calientes, que ameaça a cidadela inca, e a construção de uma via alternativa até o santuário.

“As autoridades para proteger o sítio arqueológico de Machu Picchu, situado na região de Cuzco (sudeste), precisam tomar medidas de emergência rigorosas com relação ao crescimento desordenado do povoado de Águas Calientes”, alertou Nuria Sanz, chefe para a América Latina e o Caribe da Unesco.

O povoado de Águas Calientes, situado na parte baixa do complexo arqueológico, se tornou uma ameaça para o sítio por seu crescimento desordenado em número de habitantes, hotéis, restaurantes e comércio informal.

“É preciso gerar uma dinâmica que permita um controle e regulamento exigente de respeito com o sítio, às autoridades pelo esforço que fazem, de respeito com o turista e serviços”, disse Sanz à imprensa.

O objetivo da visita da missão, celebrada entre segunda e quarta-feira, foi o de “colaborar” com as autoridades e encontrar a melhor solução para a conservação de Machu Picchu, destacou a Unesco.

Sobre a zona de amortecimento, ameaçada com a construção de uma estrada alternativa de acesso ao santuário, Sanz afirmou que se recomenda à Unidade de Gestão do Santuário Histórico de Machu Picchu (UGM) o aporte de especialistas em geodinâmica, infraestrutura hidráulica e de comunicação para fazer uma avaliação técnica.

As autoridades regionais devem estabelecer políticas que impulsionem um crescimento ordenado da economia nesta zona de amortecimento e não esperar que se torne uma “Águas Calientes II”, destacou a missão.

Também se recomendou ao governo peruano a criação de um painel internacional de assessores e técnicos que execute os planos de conservação de Machu Picchu.

O Ministério da Cultura informou que a Unesco descartou, em seu relatório, que exista algum alerta ou sinal de alerta que ponha em risco a infraestrutura do complexo arqueológico.

No entanto, o ministério destacou, em nota, que a missão apresentou o relatório preliminar às autoridades da UGM e também recomendou “tomar medidas de emergência rigorosas” diante do crescimento desordenado do povoado de Águas Calientes.

Os especialistas da Unesco divulgarão um primeiro relatório de avaliação da conservação de Machu Picchu dentro de duas semanas e terão pronto o relatório final dentro de sete meses, pois reuniram muitos documentos que ainda precisam analisar, segundo a agência oficial Andina.

Não é a primeira vez que a Unesco alerta para o crescimento desordenado do povoado e para a construção da via alternativa. No entanto, até o momento as autoridades locais não atenderam as recomendações.

A famosa cidadela, construída no século XV pelo imperador inca Pachacutec, foi declarada patrimônio cultural da humanidade em 1983.Nos últimos anos foi apresentada uma série de observações relativas à acessibilidade do sítio, o manejo dos resíduos deixados pelos turistas e sua gestão por parte das autoridades locais.

A cidade de pedra de Machu Picchu (que significa Montanha Velha), erguida no topo de uma montanha de 2.400 metros de altitude, foi um centro cerimonial ou sítio de descanso para nobres incas. Especialistas descartam que tenha sido uma fortaleza militar.

Machu Picchu, cuja superfície foi edificada em pedra, tem 530 metros de extensão por 200 de largura, uma área de terraços agrícolas e outra de cômodos, além de 172 edifícios, no total, dentro de um santuário de 32.500 hectares.

Fonte: noticias.ambientebrasil.com.br/clipping (Portal iG) 28/05/2012

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Lixo do tsunami do Japão chegou ‘aos montes’ na costa do Alasca

Uma quantidade “sem precedentes” de dejetos arrastados pelo tsunami que varreu o Japão no ano passado chegou à costa do Alasca, afirmaram ambientalistas que se preparam para iniciar uma operação de limpeza maciça.

Material flutuante, incluindo boias e isopor, foi arrastado para a Ilha Montague, 190 km a sudeste de Anchorage, em volumes que claramente sugerem uma onda de detritos do tsunami mortal de 11 de março de 2011.

“Os dejetos encontrados em inspeções iniciais na ilha revelaram uma quantidade absolutamente sem precedentes de boias, isopores e outros detritos flutuantes”, afirmou Patrick Chandler, do Centro de Estudos Costeiros do Alasca.

Ele afirmou que há anos o lixo procedente da Ásia é arrastado até a costa do Alasca, portanto “é incrivelmente difícil afirmar com certeza absoluta que um pedaço dado dos detritos deve-se ao tsunami”.

“No entanto, nunca vimos a quantidade que vemos agora. No passado, teríamos encontrado algumas dúzias de boias pretas, usadas na aquicultura japonesa, durante uma limpeza de praias. Agora, vemos centenas”, afirmou, antes de iniciar uma operação de limpeza de praias, previsto para começar nesta quinta-feira e durar 12 dias.

“Não há nenhuma outra fonte possível para este aumento, além do tsunami. Portanto, nossa conclusão é que talvez esta seja sua origem”, acrescentou.

Pelo oceano – Espera-se que milhões de toneladas de detritos do terremoto japonês sejam arrastadas nos próximos meses e anos. Cientistas havaianos desenvolveram modelos de computador para prever onde e quando podem chegar.

No começo de abril, a Guarda Costeira dos Estados Unidos afundou uma traineira japonesa deserta que apareceu ao longo da costa do Alasca mais de um ano depois de ter ficado à deriva após ser atingido pelo tsunami.

Também no mês passado, um estudante japonês recebeu a notícia de que teria devolvida sua bola, avistada na ilha Middleton, no Golfo do Alasca.

No começo de maio, a imprensa canadense reportou que uma motocicleta Harley-Davidson com placas de uma das áreas mais afetadas pelo terremoto no Japão tinha sido encontrada por um banhista nas ilhas Haida Gwaii, na costa da Columbia Britânica.

Fonte: noticias.ambientebrasil.com.br/clipping (G1) 24/05/2012

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Matar filhotes pode ser uma boa ideia, dizem cientistas

O infanticídio pode ser um instrumento eficiente para a sobrevivência de determinadas espécies de animais, indicam um crescente número de estudos.

A ideia é chocante do ponto de vista humano, mas a realidade é que para muitos filhotes de animais, a maior ameaça à sua sobrevivência vem de sua própria espécie.

“Não é como um ato de predação, que é silencioso”, disse o especialista em leões Craig Packer, da University of Minnesota, em Falcon Heights, Estados Unidos.

“Durante o infanticídio há rugidos, é violento e muito perturbador”, ele diz, descrevendo como leões adultos matam filhotes.

“Eles mordem (os filhotes) atrás da cabeça e na nuca, esmagando seus abdomens.”

O infanticídio tende a ser pouco estudado enquanto recurso para garantir a sobrevivência dos mais fortes em uma determinada espécie. Entretanto, há registros de que ele acontece entre roedores e primatas, peixes, insetos e anfíbios.

Vantagens múltiplas – Segundo estudos, o infanticídio pode trazer benefícios às espécies animais que o cometem, como maiores oportunidades para que o infanticida se reproduza e mesmo alimentação (quando o infanticida come o filhote morto). Matar um filhote é também uma maneira de evitar que seus pais tenham que investir energia para cuidar da cria.

O infanticídio é com frequência cometido por machos adultos.

Normalmente, a proteção que um filhote recebe do pai cumpre um papel importante em assegurar a sobrevivência do bebê. Mas quando novos machos entram em cena, tudo pode mudar.

Os machos recém-chegados tendem a derrubar os machos pais de suas posições no topo da hierarquia do grupo. Se eles conseguem ferir, expulsar ou até matar um macho que ocupava uma posição dominante no grupo, tomando o seu lugar, os filhotes do antigo líder passam a correr grande risco.

Isso acontece porque machos recém-chegados com frequência têm apenas um objetivo: ter seus próprios filhotes com a mãe.

Em sociedades de leões, por exemplo, matar filhotes faz com que suas mães voltem a ficar férteis mais rápido, aumentando a chance de que os novos machos se reproduzam.

E se não matam filhotes alheios, correm o risco de que os filhotes do antigo líder cresçam e deem o seu próprio golpe.

Estratégia feminina – Mas o infanticídio não é cometido apenas por animais machos. Fêmeas também o praticam, disse o zoólogo Tim Clutton-Brock, da University of Cambridge, na Inglaterra.

“Fêmeas matam os filhotes umas das outras com a mesma prontidão”, ele disse.

Ratas matam as crias de outras fêmeas para se alimentar e se apoderam dos ninhos para criar seus próprios filhotes. Ratas também matam sua própria cria se os filhotes têm deformidades ou ferimentos. Isso permite que elas concentrem seus recursos em outros filhotes.

O infanticídio também pode aumentar o sucesso reprodutivo de um animal, reduzindo a competição para os filhotes do infanticida. Besouros fêmeas matam as larvas de suas rivais para assegurar que suas próprias larvas sobrevivam.

Esse comportamento foi observado também em mais de 40 espécies de primatas, mas em muitas dessas espécies as fêmeas usam estratégias para reduzir os riscos de que ele ocorra – segundo um estudo publicado na revista científica Journal of Theoretical Biology.

A saída utilizada por essas fêmeas é o acasalamento com parceiros múltiplos para gerar o que os especialistas chamaram de “confusão de paternidade”. Ou seja, os machos não sabem quem é o o pai do filhote.

Isso dá aos filhotes maiores chances de sobreviver quando novos machos tentam se integrar no grupo. “Em um grupo com múltiplos machos, em primatas como os babuínos, se dois machos se acasalam com a mesma fêmea e nenhum sabe quem é o pai do filhote, isso reduz o risco de infanticídio”, disse Clutton-Brock.

Suricatos – Quando há mudanças na hierarquia de dominância, “o infanticídio ocorre apenas quando a chance de o assassino ser o pai do próximo filhote é alta”, disse o estudo.

Os suricatos (mamíferos pequenos e altamente sociáveis que habitam regiões inóspitas) se reproduzem de forma cooperativa, ou seja, se um macho alfa e uma fêmea alfa se reproduzem, outros integrantes do grupo em posições de subordinação ajudam a criar os filhotes do casal alfa.

Fêmeas dominantes matam filhotes de subordinados e os próprios subordinados, se tiverem cria própria, podem também matar o filhote de uma fêmea dominante.

Suricatos machos, no entanto, não sujam suas patas com o sangue de filhotes.

Clutton-Brock explicou: “Suricatos machos não apresentam (comportamento) infanticida porque assim que (as fêmeas) têm filhotes, ficam prontas para se acasalar novamente. Então, matar crianças não interessa aos machos”.

Uma situação que contrasta bastante com a dos leões, onde as fêmeas passam quase 18 meses amamentando após o nascimento dos filhotes.

Sabe-se que machos nômades, ou coalizões de machos competindo pelo controle de alcateias, matam filhotes com o objetivo de fazer com que a mãe volte a ficar fértil. Desta forma, podem se reproduzir com ela.

Fonte: noticias.ambientebrasil.com.br/clipping (Portal iG) 24/05/2012

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Troque um download por uma árvore! Cachorro Grande lança segunda música do projeto MudaRock

Com regravações de Erasmo Carlos, projeto disponibiliza músicas para download gratuito em troca do plantio de uma árvore. “Sou uma criança. Não entendo nada” será lançada em 02 de maio

O MudaRock, projeto multiplataforma sobre consciência ambiental, que envolve música, juventude e internet, reuniu grandes nomes da música nacional para regravar dez sucessos de Erasmo Carlos que serão liberados para download gratuito. A cada download, uma árvore será plantada e o objetivo é o plantio de um milhão de árvores durante todo o projeto. A segunda música a ser lançada é a versão do Cachorro Grande para o sucesso de Erasmo, “Sou uma Criança. Não Entendo Nada”.

A banda gaúcha, formada por Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Rodolfo Krieger (baixo), Pedro Pelotas (teclado) e Gabriel Azambuja (bateria), deu toda uma nova roupagem rock ‘n’ roll, simples, rápida e dançante para a música de Erasmo, lançada no dia 02 de maio. Segundo Beto, todos da banda são fãs do Tremendão, então todos fizeram a gravação com o maior tesão: “Tocamos da nossa maneira uma música que nós curtíamos na nossa adolescência. Ficamos lisonjeados em participar desse projeto, em homenagem ao rei do rock brazuca”, completa.

Uma novidade no portal MudaRock para esse próximo lançamento é o canal Mural, a rede social do MudaRock. Lá, os internautas poderão postar sua foto com um músico, banda ou artista, para que sua rede possa “curtir” essa foto no próprio site. As mais “curtidas” ganharão prêmios exclusivos. Nesse primeiro ciclo, o principal prêmio, para aquele que tiver o maior número de “curtir”, é uma guitarra assinada pela banda Fresno. A cada novo clipe lançado, a contagem é zerada e a promoção recomeça, assim todos terão chances de ganhar.

A música e o videoclipe estarão disponíveis para download gratuito, assim como o Mural, no site www.mudarock.com.br. Outras informações na página do Facebook www.facebook.com/mudarock e no twitter: www.twitter.com/mudarock

A primeira música, “Sentado a Beira do Caminho”, foi regravada pela banda Fresno, e teve mais de 32 mil downloads e 160 mil views do clipe no canal oficial do Youtube. Entre os “ecorockalistas” que participam do projeto estão: Fresno, CPM 22, Jota Quest, Sabonetes, Pato Fu, Cachorro Grande, Charlie Brown Jr, Agridoce, Planta e Raiz e Emicida.

Sendo reconhecido pela classe artística como um dos maiores letristas da música brasileira, e famoso por sua parceria com Roberto Carlos (uma das mais bem sucedidas da história mundial), Erasmo, que completa 50 anos de carreira em 2012, tem um importante papel na cena artística com a introdução do rock no Brasil, considerado o Pai do Rock Nacional. A escolha do Tremendão se deu porque, nos anos 70, ele já escrevia músicas que tinham como tema a sustentabilidade (mesmo que com outro nome na época). Músicas como “Mundo Deserto”, “Projeto Salva Terra” e “Panorama Ecológico” já chamavam a atenção para esses problemas que o mundo enfrenta hoje.

Ficha Técnica:

Música – Sou Uma Criança, Não Entendo Nada

Composição – Erasmo Carlos e Giuseppe Ghiaroni

Versão – Cachorro Grande

Diretor – Ricardo Spencer

Diretor de Fotografia – Rodrigo Toledo

Produção – Michelle Rocha

Produção Musical – Eduardo Machado

Produção Executiva – Alexandra Briganti

Estagiário – Sergio Szmoisz

Sobre o MudaRock

MudaRock é um projeto que visa plantar um milhão de árvores nativas dos biomas Mata Atlântica e Cerrado através da mobilização de milhares de jovens pela internet, utilizando a música e a cultura web como instrumento. Esse projeto é multiplataforma, e prevê a produção de CD, DVD, livro e documentário. Além de um Fórum, um Festival de Artes Sustentável e um show com Erasmo e diversos convidados que será realizado em julho de 2012, durante a semana do Dia Mundial do Rock (ONU). A curadoria musical do projeto é de Ale Briganti.

www.mudarock.com.br

Ação do Movimento ECOROCKALISMO, que busca, por meio da música, conscientizar a sociedade sobre os problemas ambientais do planeta e mobilizá-la para atitudes mais sustentáveis. Participe e plante sua arvore!
Fonte: Revista Meio Ambiente Industrial (17/05/2012)
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Rio Negro tem novo recorde e ultrapassa cheia de 2009

Nivel da água chegou a 29,78 metros, um centímetro a mais que há três anos

O rio Negro, em Manaus, superou nesta quarta-feira a cheia histórica registrada em 2009 ao atingir nível de 29,78 m, superando em 1cm o recorde anterior de 29,77 m. A maioria dos picos da cheia acontece no mês de junho, 19% em julho e apenas 6% em maio, de acordo com dados do Serviço Geológico do Brasil (CPRM). É a maior cheia em 110 anos, desde quando começou a ser feita a medição no porto de Manaus, em 1902.


Foto: AE Ruas de Manaus estão alagadas pela cheia do Rio Negro

Antes de 2009, o recorde de cheia foi registrado em junho de 1953, quando o rio Negro atingiu 26,69 metros. Na avaliação do chefe de Hidrologia do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Daniel Oliveira, as cheias são fenômenos naturais e ocorrem em maior ou menor magnitude devido a precipitação que ocorre em toda a bacia hidrográfica. “No caso de 2009 e deste ano, tivemos o fenômeno La Niña, que provocou maiores precipitações na Amazônia”.

Mais de 10 mil famílias, em 11 bairros de Manaus, foram atingidas pela subida do nível do Negro. Entre os locais mais afetados está o centro da cidade, incluindo o prédio da Receita Federal e a alfândega portuária, onde um trecho da avenida Eduardo Ribeiro foi fechado pelo instituto de trânsito municipal, e bairros como Raiz, Educandos e Glória.

Fonte: ultimosegundo.ig.com.br (IG-AE) 16/05/2012

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